
A morte inesperada do jornalista e produtor Wagner Vallim, da Globo, em 2022, não apenas abalou colegas e amigos, mas expôs ao público um dos momentos mais humanos e verdadeiros já apresentados no “Bom Dia São Paulo”. Na época, Rodrigo Bocardi precisou lidar, ao vivo, com a dor da perda, a memória de um amigo querido e a coragem necessária para seguir em frente quando tudo parece pesado demais.
Hoje, revisitamos essa história não como uma simples notícia, mas como um lembrete profundo sobre resiliência, amizade, propósito e a importância de não desistir — mesmo quando a vida grita que “não dá”.
Quem foi Wagner Vallim — e por que sua presença marcou tanta gente
Wagner Vallim trabalhava nos bastidores do telejornal, mas sua influência ia muito além das funções de produtor. Ele era daqueles profissionais que moldam carreiras, incentivam talentos e transformam ambientes de trabalho com uma palavra certa na hora certa.
Era reconhecido pela equipe como alguém discreto, atento, generoso. E, especialmente, como um grande apoiador do próprio Rodrigo Bocardi.
Foi ele quem ajudou a sustentar o apresentador nos momentos em que a pressão e o desgaste da profissão eram quase maiores que a vontade de continuar.
E foi precisamente isso que tornou seu último encontro tão marcante.
O conselho que mudou tudo
Antes de falecer de um infarto fulminante, Vallim tirou uma foto com Bocardi e fez um pedido sincero:
“Rodrigo, você não desista. Você nos representa.”
Essa frase, simples e ao mesmo tempo poderosa, voltou como um soco no estômago quando Bocardi precisou lê-la novamente — mas agora diante de milhões de pessoas.
Era impossível segurar.
O apresentador, emocionado, relembrou:
“E eu falava: ‘Não dá, Vallim. Eu penso em desistir. É difícil’.”
Esse desabafo humano e transparente, raríssimo na televisão, expôs aquilo que muitas pessoas carregam em silêncio: o cansaço acumulado, a pressão do dia a dia, a vontade de largar tudo.
Mas também mostrou que, por trás das câmeras, há pessoas que se fortalecem mutuamente — e que às vezes basta uma frase para reacender um propósito.
O momento de dor que uniu a equipe ao vivo
Durante a transmissão do telejornal, Bocardi pediu:
“Quero pedir atenção para esse dia especialmente triste aqui.”
A voz embargada não foi um recurso dramático. Foi simplesmente a realidade.
Ele não escondeu a dor que sentia, não escondeu que a equipe toda estava abalada. Pediu um minuto de silêncio no ar — um gesto raro, respeitoso e carregado de significado.
E reforçou:
“Esse Bom Dia vai continuar a pedido do Vallim.”
Naquele instante, o jornalismo deixou de ser apenas informação. Tornou-se humanidade pura.
Quando o jornalista vira ser humano — e o público se reconhece nisso
O que fez esse momento repercutir tanto não foi apenas a morte repentina de um profissional querido. Foi o fato de que, pela primeira vez, milhões de pessoas viram Rodrigo Bocardi demonstrar fragilidade, esgotamento, dúvida.
Viram que até alguém acostumado à pressão diária, ao vivo, também pensa em desistir.
E isso cria conexão.
Quantas vezes você já pensou que não dava mais?
Quantas vezes só continuou por causa de alguém que acreditou em você?
A história de Bocardi e Vallim é sobre isso: sobre como encontrar forças justamente quando o mundo parece mais pesado.
A grande lição por trás dessa história
Por mais dolorosa que tenha sido, a despedida de Wagner Vallim deixou lições valiosas que ultrapassam o jornalismo:
1. A importância de dizer palavras de incentivo enquanto ainda há tempo
O que Vallim disse mudou o rumo de Bocardi. E talvez ele nunca tenha imaginado o impacto disso.
2. Cada pessoa deixa uma marca — mesmo sem perceber
Vallim trabalhava nos bastidores, mas seu legado tocou o país inteiro.
3. É humano fraquejar — e corajoso admitir isso
O desabafo de Bocardi ajudou muita gente a entender que não está sozinha.
4. Persistir não é ignorar a dor — é aprender com ela
E foi justamente isso que Bocardi mostrou ao vivo.
Se você também sente que está no limite…
Respire.
Você não está só.
Assim como Bocardi encontrou força nas palavras de um amigo, você também pode encontrar um novo caminho — seja através de apoio emocional, de novos hábitos, de acompanhamento profissional ou do simples ato de conversar.

В случае если вы планируете поездку в Калининград, стоит уточнить, какое море в Калининграде и допустимо ли в нем купаться. В Калининграде плещется Балтийское море, и купаться здесь возможно, но температура воды в Балтийском море в основном довольно освежающая, особенно в ранний период и конце сезона. Летний сезон в Калининграде в основном длится с июньских дней по август, а в сентябре вода уже становится холоднее. Детальнее о погоде и температуре воды можно прочитать здесь
За исключением морских прогулок, в Калининграде стоит точно посетить такие точки, как знаменитый танцующий лес на Куршской косе, Калининградский зоопарк (входные билеты лучше покупать заранее) и музей янтаря. Поклонникам музыки подойдут органные концерты в главном соборе, где расположен самый большой орган в России. Если хотите прогуляться по городу, стоит посетить районы Амалиенау с живописной архитектурой и старинный центр, а также Рыбная деревня – отличное место, чтобы почувствовать атмосферой и отведать местные блюда.
Доброго времени всем! Думаю о поездку в Калининград и изучаю погодой и купальным сезоном. Кто имеет представление, какая температура моря в Калининграде летом и допустимо ли купаться в Балтийском море в августе? Также важно понять, когда стартует сезон в Калининграде и какова типичная температура зимой, чтобы разобраться, стоит ли ехать в холодное время. Буду весьма рад за советы и рекомендации по памятникам, например, стоит ли заглянуть в Форт 11 или на Янтарный пляж.
Если кто-то строил маршрут по Калининграду, посоветуйте, куда лучше направиться вечером и какие привлекательные улицы стоит однозначно увидеть. Интересуют и дворцы Калининградской области, и музеи, особенно Музей янтаря (вот, кстати, полезная инфа Кроме того, для времяпрепровождения с детьми в Светлогорске какие объекты и кафе посоветуете? Обязательно намерен посетить органный зал в Кафедральном соборе — кто-то бывал на органных концертах?